Hidrovia Metropolitana

HIDROVIA METROPOLITANA DE SÃO PAULO

 

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A HIDROVIA METROPOLITANA DE SÃO PAULO

Os rios Tietê e Pinheiros encontram-se integrados em algumas das principais infra-estruturas de transporte existentes na região metropolitana de São Paulo, disponíveis para uso com a função de transporte.

A recente conclusão das obras de Ampliação da Calha do Rio Tietê para fins de controle de cheias, e o Programa de Obras de Controle da Poluição em desenvolvimento, abrem a perspectiva da utilização dos rios Tietê e Pinheiros na RMSP, para o transporte de cargas e passageiros.

 ESTUDOS DE PRÉ-VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E AMBIENTAL DA HIDROVIA METROPOLITANA DE SÃO PAULO

Em decorrência da Lei e da evolução da política de gerenciamento de recursos hídricos, qualquer empreendimento de magnitude que provoque impacto no regime das águas de um corpo d’água deverá ser analisado considerando-o seus múltiplos usos.

Para que se obtenha a otimização de seus benefícios, é necessário que o empreendimento seja concebido e implementado considerando-se a possibilidade de explorá-lo em seus variados aspectos.

Com este enfoque, o DH concluiu estudos de pré-viabilidade técnica, econômica e ambiental da Hidrovia Metropolitana de São Paulo.

A proposta de aproveitamento dos recursos hídricos na RMSP compreende os aspectos de:

Macrodrenagem,prevenção a enchentes,geração de energia,transporte e Abastecimento.

 Os estudos concluídos abordaram o exame das soluções de intermodalidade no escoamento das cargas locais, das melhorias nos deslocamentos dos usuários dos sistemas viários locais, de aspectos relativos à articulação arquitetônica e urbanística, integração social e as principais questões relacionadas aos impactos ambientais, tanto os positivos quanto os negativos.

 Os estudos indicaram forte potencial para o início imediato de transporte pela Hidrovia Metropolitana de algumas cargas consideradas de interesse público e deslocamento regionais:

- Os sedimentos de dragagem;

- Os resíduos sólidos urbanos;

- O lodo gerado nas estações de tratamento de água e esgoto;

- O entulho de construção;

- Solo de escavação, gerado pelas obras civis (públicas, comerciais e residenciais).

 Foram identificados como potenciais clientes para o uso da infra-estrutura:

- A Ecourbis – transporte de resíduos sólidos;

- A Atende – transporte de lodo gerado nas ETA’s e ETE’s.

 O rio Tietê, após as obras na calha, executadas pelo DAEE, já é totalmente navegável, num trecho de 41 km, entre as barragens Edgard de Souza e Penha, inclusive contando com uma eclusa junto à barragem móvel do cebolão.


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A primeira expansão possível para conformação da Hidrovia Metropolitana consiste na construção de uma eclusa na barragem da Penha, cujo projeto executivo das obras civis e eletromecânicas foi recentemente desenvolvido, permitindo a extensão da navegação num trecho de 14 km, entre a barragem da Penha e o bairro de São Miguel Paulista.

Benefícios: Ampliação do trecho navegável em 14 km, da barragem da Penha até a ponte da Nitroquímica, no bairro de São Milguel Paulista. Em um primeiro momento, a transposição da barragem da Penha irá facilitar o transporte de sedimentos dragados e do lodo produzido na ETE de São Miguel Paulista. Posteriormente, integrará a Hidrovia Metropolitana, sendo importante equipamento para a navegação no trecho.

Prazo: A obra da eclusa da Penha, contratada em 12/08/2013, tem duração prevista de 24 meses.

 

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Encontra-se em andamento o prosseguimento dos estudos da Hidrovia Metropolitana, para execução da análise da modelagem de negócios, à cargo do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas.